terça-feira, 15 de janeiro de 2013

QUANDO O EGO BATE A SUA PORTA

Surfando em Coletivos

Alguém já havia levantado essa questão da metafísica dizendo que Nietzsche rompeu com ela, coisa e tal, mas eu nunca tinha me atado a essa questão até alguém colocá-la por aqui. Como estou estudando “platonismo” pude agora me debruçar sobre esse conceito com propriedade.
Estou aqui como um pensador que tem a troca de conhecimentos como ferramenta para aprimorar suas ideias e fazer valer sua passagem nessa vida, objetivando seus propósitos. Não se trata de uma questão pessoal, como já disse antes. O platonismo é uma causa nossa levantada por Nietzsche e seguida pelos seus companheiros.
Conhecer esse conceito é fundamental para nos locomover no mar de lamas da publicidade e suas linguagens subliminares. Saber efetuar cortes precisos no pensamento e editar suas imagens é algo que não nos ensinam nas escolas e faculdades. Metafísica e Dialética são conceitos que nenhum acadêmico sabe dizer com precisão, caso soubessem não seriam acadêmicos e o mundo não estaria da forma que está. Ser acadêmico é ser platônico.
Qual o problema em afirmar o “desejo” e a “sedução”? Todo conceito tem suas proposições, a questão é saber usá-las a seu favor, mas é preciso apropriar-se delas sendo categórico. Minhas próprias perguntas já foram respondidas, mas é preciso usar uma lupa para que detalhes não passem despercebidos encontrando as respostas.
Esperam de mim contradições e acham que quero descansar cansando os outros? Sou um errante, mas não permaneço neles, encontro ás saídas. Seguir o “coelho branco” cansa, mas não sou eu que estou obrigando alguém a seguir alguma coisa. Morrer/viver sozinho é digno de coragem.
A verdade é uma busca particular ou alguém acha que o “coelho branco” sou eu? Pois não me canso de segui-lo e pouco me importa descansar o cansar alguém. Está cansado do meu jogo? Ignora-me! Pois não me canso de brincar esse jogo dialético que é a construção do conhecimento. Essa é a minha satisfação.
Analisando o restante das colocações percebo que já não me dizem mais respeito. Conter-se, referências, dúvidas, embrutecimento, não sentir, responsável, culpa, crime...  São coisas de quem despreza o próprio corpo.
Temos apenas que saber quem são os nossos inimigos, não se tratando de culpar ou responsabilizar alguém, mas visualizar o alvo cujo filósofo é a seta. Não sou uma ilha e minha concepção de troca não passa pela competição. Eu sigo o coelho branco!

Nenhum comentário: