quarta-feira, 8 de abril de 2015

CUIDADO, O PILOTO SUMIU!

Temos então os que criam e os que copiam. É preciso um trabalho minucioso para saber diferenciar a copia do original. Tem que ter olhos de ciclope apontados para as partes que compõem o todo desse simulacro. E dessa forma esquivar-se de possíveis ataques a nossa inteligência impondo à contemporaneidade o status de "vale-tudo" na representação daquilo que não tem sentido - a realidade. Mas não sabem eles que a "falta" de sentido da realidade está "representada" no "caos", cuja "simulação" encontra-se nas imagens de TV e sua linguagem? Que ser caoticamente contemporâneo é uma representação simulada pela linguagem inconsciente das imagens de TV? Que a "diferença" encontra-se na capacidade de perceber a "ordem" desse "caos"? Assim como 2+2 são 4 teremos sempre a cópia (caos) querendo se sobrepor ao original (ordem) através da simulação do caos como origem - Big Bang! Mas a percepção da "ordem" surge como um lampejo revelando o "todo" no seu maior esplendor e tudo se faz sentido - uma lógica real! A "ordem" está posta ao nariz chato, mas poucos conseguem apreciá-la sem ficar cegos.

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