quarta-feira, 13 de abril de 2016

VEGETOTERAPIA

A "psique" pode inverter o sentido dos sentimentos em relação ao corpo tentando se enxergar de fora, mas é o corpo que sente e percebe-se "gordo", "feio" e "bagunçado". Dessa forma ficamos dependentes da PSICO-terapia como "reforço positivo operante" de um corpo que não cala nunca. 

Fico maravilhado quando Reich percebe isso e propõe uma análise do corpo através da respiração (vegetoterapia) para poder calar esse corpo onde o próprio se perceberá "claro" e "límpido" para começar uma nova percepção de si mesmo através da respiração. 

É nesse sentido que a respiração elimina a "ansiedade" e a "depressão" por fazer calar o corpo e as impressões errada sobre si mesmo e o mundo "hostil" que o cerca dando-se a chance de começar mais uma vez a si perceber como potencialidade de beleza e realizações. E a cada respirada atingir um ponto de equilíbrio onde o corpo se cala e a mente brilha e finalmente a cura torna-se possível.... Não em PSICO-terapia mas em VEGETO-terapia.

Incrível como depositamos todas as nossas fichas na percepção de um mundo conflitante como regra existencial tipo "a angustia é estruturante". E nem nos damos conta que essa "estrutura" é a base de todas as guerras no mundo. A "angustia" como incomodo do vazio ilusório da vida nos impulsionando a conquistar e saquear o próximo como realização existencial...... 

Corrupção então é lei moral dos bons costumes angustiantes dessa existência sem sentido que nos impõem a vivermos. "Ninguém foge ao Édipo" dizem as "autoridades" como "lei do desejo" de manter o mundo sobre subjugo da angustia que alimenta o sexo como poder que cria uma relação humana baseada no "senhor e escravo".

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