sábado, 25 de março de 2017

CICLOTRON: ESCOLA DE SURF, ARTE, FILOSOFIA e PSICOLOGIA

Nossa “AFROCIBERDELIA” encontra-se em estado de espera para o acontecimento real que só encontramos no jornal. Enquanto isso somos todos fantasmas a espera de uma janela midiática que nos suguem para dentro da hiper-realidade dos aparatos de comunicação de massa nos trazendo a vida. Espetacular sociedade que simula a realidade tornando o impossível possível. Mas, é preciso abrir passagens e isso ninguém nos ensina e ficamos na fila de espera eterna na esperança de encarnar no mundo real. Alguns, impacientes, pegam em armas e fazem abrir as passagens para o mundo real. Melhor que ser fantasma pro resto da morte – pensam eles uma vez que já estão mortos mesmo. Enquanto isso as drogas alimentam as filas de espera para o mundo real no intuito de aliviar a demora. Roda viva do buraco-negro mágico-capitalista. O mundo real é o mundo do dinheiro. O mundo de quem sabe abrir e fechar janelas, ilusionistas simulando um mundo mágico de infinitas possibilidades. Mas, quem sabe jogar? Quem sabe fazer dinheiro? Dinheiro se faz, é assim que se ganha. Os panacas roubam! Quem consegue enxergar as cartas do jogo? Vivo ou morto, virtual ou real, uma coisa é certa: precisamos de escolas que nos ensinem a fazermos dinheiro/mágicas, apenas com o pensamento. É muito simples: basta desligarmos a máquina de projeção cinematográfica edipiana que Freud e a Psicanálise insistem em projetar nas nossas cabeças através da comunicação de massa simulando o entretenimento como realidade natural – 22º axioma capitalista: consumo é produção. Não existe mais realidade natural, tudo virou artifício, possibilidades mágicas de produção material ao infinito. Foi isso que Disney nos mostrou em todos os seus desenhos animados. Como fazer mágica e dela obter dinheiro pelo simples fato de distribuir riquezas a partir da sua magia de ser e está no mundo. É mais ou menos isso que o psicanalista Joel Birman deve fazer nas suas analises dos “estilos”.... Mais ciência, menos mágica, claro!

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