terça-feira, 7 de março de 2017

DEUS

Quando tive minha experiência de morte, conheci Deus. Passei a entender as engrenagens da vida a partir da morte. Então tudo ficou claro e não tive mais medo de viver. Porém quando fui estudar psicologia, a academia aplicou um mecanismo de separação entre "ciência" e "religião", fazendo-me duvidar da existência de Deus em minha experiência. Daí nossas discussões a cerca de Deus.  Quando Nietzsche diz que Deus morreu, ele está a dizer que a "ciência positivista" matou essa verdade absoluta entre ciência e religião, encontrando no mito de Dioniso essa união perdida. Na verdadeira ciência está contida a religião e na verdadeira religião está contida a ciência - essa é a verdade absoluta. Como o nascer do sol todas as manhãs. Existe a verdade absoluta sim, nunca esqueçam isso. A ciência chamada "positivista" controla as passagens que levam a essa verdade (ciência = religião).  Einstein com sua teoria da relatividade consolidou de vez com a multiplicidade das coisas, deixando-nos completamente a deriva no mar das possibilidades infinitas da "ciência positivista". Se havia esperança de que um dia pudéssemos resgatar nossa união perdida, Einstein acabou de vez com ela. Mas foi quebrando tudo, espalhando o "símbolo sagrado" em mil pedaços, que ele pode também trazer de volta Deus. Mas para a percepção de poucos. Só os verdadeiros cientistas conseguem enxergar. Talvez seja isso que está por vir em 2012: a verdadeira percepção de Deus. Ou seja, que já estamos todos mortos. Não vai haver morte para quem já se encontra nela, mas para aquelas pessoas que acham que estão vivas e não encontraram Deus no coração, haverá muita destruição.  Século XXI: Deus não morreu! Sim, por que agora a "ciência positivista" está a trabalhar em cima de coisas invisíveis e isso é Deus. A multiplicidade infinita é Deus. A "ciência positivista" continua negando Deus apenas pelo fato dela se coloca no seu lugar, passando a fabricar espíritos com sua tecnologia maligna, induzindo-nos a uma percepção relativa de tudo e de todos. Na verdade, essa experiência da relatividade das coisas nos introduz no mundo dos mortos, através da percepção do infinito. Atravessamos a linha que separava a vida da morte. Vida e morte se completam assim como ciência e religião. Não existe ciência sem fé, assim como não existe religião sem ciência. Ciência sem fé é destruição (niilismo) e religião sem ciência é fanatismo (loucura).  Eis a verdade absoluta desse mundo: nós é que morremos e nessa morte acabamos encontrando Deus novamente, ou quem sabe verdadeiramente. Eis a "Arca da Aliança" agora representada nessa percepção da morte em vida e Deus pulsando dentro de cada um de nós - "A Arca Viva no meio dos homens.".

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