domingo, 23 de abril de 2017

O VOO DA ALMA

Só quem já alçou voos sabe a leveza de ser um pássaro! Lá do alto percebemos que a vida é efêmera e passamos a aceitar a morte como uma ilusão. Quanto mais nos apegamos as coisas da vida aqui em baixo, mais a morte se torna um fardo, uma existência de fato. Desse fardo angustiante diante da morte o prazer parece não ter fim dando uma certa imortalidade ao corpo pelo pesar. Então voar é para quem não tem corpo, para quem já morreu e alçou prazeres mais sublimes.

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